14 novembro 2007
Paraguai em vantagem
Pensamento positivo
Odeio gente que se acha
28 setembro 2007
Coisas que odeio...coisas que adoro
06 setembro 2007
Arautos e alfarrábios
17 agosto 2007
Cansamos
Famílias de vítimas se sentem usadas pelo "Cansei"
01 agosto 2007
Bauru, 111, sem limites e sem futuro!
22 maio 2007
A grande mentira
Que interesses há por trás de uma briga para não fechar a Gerência de Logística do Banco do Brasil em Bauru, conhecida cpomo Gerel. Nas duas últimas semanas temos sido bombardeados cruelmente por esse assunto e fica a impressão de algo forjado, com cara de mentira deslavada sobre supostos prejuízos que a cidade vai ter e blá, blá, blá.
Tudo essa 'mobilização' forçada por um jornal (através de sua diretoria, não de seus jornalistas) deixa claro que há algum interesse mascarado para tanta manipulação. Sim, manipulação, pois em Bauru ninguém tinha a menor idéia do que era essa Gerel e pra que ela serve. Nem mesmo os vereadores, que atiçados pelo jornal, entraram numa briga que não era deles.
Ora, a cidade está cheia de problemas a serem resolvidos e está sendo forçada a mobilizar-se por algo que não conhece e que, na prática, não vai fazer a menor falta. Mas pergunto: por que tanta luta? Qual vantagem meia dúzia de pessoas vai perder se a Gerel for para Ribeirão Preto, como está previsto? Seria bom que isso fosse explicado.
Até o Sindicato dos Bancários entrou nessa manipulação. Como se os funcionários (trinta e poucos) fossem perder seus empregos ou ter os salários rebaixados. Não, eles serão remanejados para outros setores e continuarão por lá, ganhando seus salários, com sua estabilidade garantida.
Toda essa preocupação com o fechamento de um departamento que não faz falta me assusta. Assusta porque quando a coisa for realmente séria, sabe-se lá o que serão capazes de fazer essas pessoas que se escondem por trás das páginas de um jornal.
01 maio 2007
19 abril 2007
Pessoas que me dão asco: Gilberto Kassab
Continuando a fabulosa série "pessoas que me dão asco", vamos falar um pouco sobre prefeito(?) de São Paulo, Gilberto Kassab. Membro do DEM, ex-PFL, Kassab é aquele notório ser que tinha uma musiquinha grudenta com seu amigo e, talvez, parceiro, Rodrigo Garcia, mas isso não vem ao caso.
O caso é que o senhor Kassab conseguiu herdar a prefeitura paulistana do vampiro José Serra, aquele que assinou documento em cartório dizendo que não abandonaria a Prefeitura, mas saiu dela um ano depois. Bem, Gilberto Kassab é um péssimo prefeito, isso é fato. Mas o que mais irrita neste cidadão é o fato dele achar que está agradando.
A criatura realmente acredita que manda na cidade e até deu uns chiliques por aí, quando um trabalhador foi se queixar com ele. Mas Kassab tem uma cruzada a cumprir, algo que aprendeu com seu padrinho Paulo Maluf: acabar com os pobres, literalmente.
Não sei se devo gastar tantas linhas com esse sujeito. Ele não merece tanto, mas devo dizer que a culpa é do povo de São Paulo. Todos sabiam que José Serra ia abandonar o barco e quem, assumiria era o vice, Gilberto Kassab. Todos sabiam que Kassab foi secretário de Finanças do Celso Pitta - o pior prefeito da história - mas ainda assim votaram neles. O resultado, ou a falta dele está aí.
Poderia listar uma série de motivos pelos quais Kassab me dá asco, mas não precisa. Só o fato dele existir é o suficiente.
Devaneios sobre a fé
Minha amiga Marcele me postou um belo comentário sobre a fé, em cima do que escrevi no meu último texto, publicado aí embaixo. Lógico que fiquei satisfeito com seu comentário, mas devo esclarecer alguns pontos para minha amiga, que não ficaram exatamente claros.
Desde que me conheço por gente ouço falar em Deus. Fui criado católico, fui praticante, coroinha, catequista, batizei, crismei, quis ser padre, mas descobri, depois de anos na igreja, que a fé buscada por mim não estava ali.
Estava em vários lugares, menos ali, nas paredes. É óbvio que creio em Deus, em uma Força Superior, em algo que nos guia para que tenhamos condições de prosseguir. Mas também tenho certeza da liberdade que Deus nos dá a cada dia, o que chamamos livre arbítrio. Quando mencionei que não vi Deus nas paredes das igrejas em construção, nem nos rostos das pessoas, foi porque realmente não vi, nem senti.
Não estava procurando por Ele, querida amiga, somente não senti sua presença nos lugares que mencionei. Vejo Deus em muitos lugares, em muitas situações, mas em raras vezes que entro em alguma igreja, percebo sua presença. A igreja foi feita por homens, é imperfeita. Talvez por isso o mundo esteja como está. Seus guias não estão guiando os 'fiéis' como deveriam, e a fé continua perdida nas paredes dos templos.
Em tempo: obrigado pela homenagem, Marcele. Talvez não mereça tanto...
01 abril 2007
A fé se perdeu nas paredes...
Desculpem os devaneios religiosos. Há algum tempo não me considero um cara religioso, pelo contrário, acredito, cada vez mais, que Deus está muito além das paredes das igrejas, das cruzes e das imagens, apesar de eu mesmo levar em meu peito uma cruz - às vezes.Hoje (domingo, 1 de abril) estive em dois lugares diferentes: uma igreja católica e uma evangélica, ambas em construção. Dois casos tipos distintos de fé, apesra do Deus ser o mesmo. Em ambas vi rostos aflitos, alegres, ansiosos, carentes e cada uma das reações humanas que vocês puderem imaginar.
Não sei qual era o meu rosto, minha reação. estava ali como repórter, um profissional encarregado de retratar, de maneira mais fiel possível, o que se passava com aquelas pessoas, o significado de seus gestos, suas orações, suas canções.
Parece até poético, mas pelo contrário, diante de dois esqueletos de igreja, comecei a divagar sobre a presença de deus nesses lugares. Não senti Deus ali, em nenhuma das duas. senti aflição e euforia, misturadas como queijo e goiabada. Mas pude perceber a presença de Deus em olhares, sorrisos e lágrimas.
Deus poderia estar comigo, talvez estivesse, mas não no cimento e nos ferros retorcidos. deus está além de muros e paredes, de imagens e cruzes. As paredes das igrejas não deixam Deus entrar. As pessoas saem de casa com Ele, mas o deixam do lado de fora quando chegam aos suntuosos templos.
Não duvido da fé das pessoas, não duvido mais de quase nada, a não ser dos homens e mulheres, que acreditam poder trancafiar a divindade entre paredes e sair dali levando seu egoísmo e hipocrisia para além dos terrenos das igrejas.
Tenho fé, mas a fé se perdeu. A fé nos seres humanos, a fé naquelas paredes. Sinto Deus em meu coração, mas não vejo dentro das igrejas. Ali, me parece, ele não quer entrar...
29 março 2007
Pessoas que me dão asco: Pedro Tobias
Para inaugurar esta singela lista, eu poderia escolher uma série de pessoas, ams decidi optar pelo senhor Pedro Tobias. Quem é esse cidadão? Bem, Pedro Tobias é um libanês que resolveu ganhar dinheiro fácil no Brasil, ou seja, veio ser político, antes de ser bombardeado por algum sírio irado lá no Oriente Médio.
Pois bem, Pedro Tobias se filiou ao PSDB (ARGH!!!) e se elegeu deputado estadual em São Paulo. A criatura vive seu terceiro mandato, e até o momento, além de emendas ao orçamento e discursos pró Geraldo Alckmin, não fez nada que preste. Tem gente que o ama, idolatra e faz qualquer coisa por ele. Eu prefiro pensar que isso passa. É igual dengue, atinge vários, há surtos aqui e ali, mas se bem combatida, acaba.
Pedro Tobias me dá asco por uma série de fatores que numero a seguir:
1- É do PSDB
2 - Não tem respeito por ninguém, exceto por si mesmo
3 - Acha que é o dono da verdade e não suporta críticas
4 - Quando se escreve alguma coisa no jornal que não o agrada, ele chama o jornalista de fofoqueiro
5 - Por último, mas não menos importante, Pedro Tobias me dá asco pelo simples fato de existir!
Nova série: "Pessoas que me dão asco"
Vou inaugurar esta nova série depois de perceber que tenho verdadeiro nojo de algumas pessoas. Algumas com as quais já conversei, outras que nem faço questão. O fato é que tenho uma boa lista de "pessoas que me dão asco", ou ânsia de vômito, ou paúra mesmo, por quê não?
No próximo tópico começarei a lista de pessoas que não merecem minha compaixão, e tentarei explicar os motivos, ou mesmo que não tenha motivos, elas estarão lá. Às vezes não vale a pena gastar palavras.
02 março 2007
Pirambu rima...
Me perdoem os que perderam seu tempo entrando neste blog para ler essas palavras mal escritas, mas tirei o dia para desdenhar dos sergipanos de Pirambu, que rima com baú, urubu, chuchu, chabú e outras coisas impublicáveis.
Na última semana, nós corinthianos temos sofrido chacotas sobre o desempenho de nossa equipe. Chegaram a cometer o sacrilégio de comparar o Pirambu ao ASA de Arapiraca, que eliminou a porcada da Copa do Brasi em algum ano que não me lembro. Ridículo! Primeiro porque o Pirambu é muito melhor do que o ASA ( e ser melhor que nada é igual a nada), segundo, porque comparar o Todo Poderoso ao verdinho da Pompéia é o maior dos sacrilégios.
Mas nesta semana que passou, ouvimos de alguns adeptos do satanismo verde da Pompéia (ou será Perdizes?) dizendo que eram Pirambu desde criancinha. Pois é, vou rimar: torceu para o Pirambu, tomou...
No próximo domingo vamos enfrentar a porcada da Água Branca (ou será Barra Funda?) no famoso Salão Para Festas Corinthianas, que está temporariamente servindo ao time do Clodovil, aquela equipe graciosa, que joga com sapatilhas.
É, porra, vamos jogar no campo dos Bambis, contra o timinho verde da Barra Funda! E que venham eles. O Pirambu era melhor!
26 fevereiro 2007
O BBB estragou o Oscar
Parece brincadeira, mas o título acima é mais do que correto. Pelo segundo ano consecutivo, a Globo conseguiu estragar a transmissão do Oscar por causa daquele programa nefasto chamado Big Brother Brasil. É impressionante!
A cerimônia de abertura do Oscar é um dos melhores momentos da festa, mas a Globo conseguiu perder. Restou aos pobres mortais sem TV a cabo o bagaço da laranja. Ficamos sem abertura e sem a entrega dos primeiros prêmios da noite. Não que fossem prêmios importantes, mas, porra, é o Oscar!
Fora essa lambança, o resto da festa foi até legal. A tradutora conseguiu não se perder tanto, como em outros anos, e o José Wilker estava afiado em seus comentários. Mas cabe um adendo, com todo respeito ao Martin Scorcese: quando um filme estrelado por Leonardo Di Caprio ganha o Oscar, é sinal que o armagedon está próximo. Longa vida a Clint Eastwood e suas Cartas de Iwo Jiwa!
